segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Sócrates, esse grande sacana

Desenganem-se os leitores que ao ver este título pensem que vou achincalhar o governo. Na verdade vou falar sobre esse grande filósofo grego, sobre o qual há tanto a dizer… Mentira, vou mesmo falar sobre o nosso actual primeiro-ministro, pois do filósofo pouco mais tenho a dizer do que: “epá, ganda maluco!”

Mas mesmo assim, continuo a dizer, não venho aqui dizer mal do chefe de governo do país, antes pelo contrário. O meu sonho, quando for grande, é ser tão sacana como o nosso primeiro-ministro. O homem é duma genialidade sacana que mete inveja a qualquer advogado e até, atrevo-me a dizer, qualquer mecânico! E todos nós sabemos que não existem profissões em que os profissionais sejam mais sacanas do que nestas… ah, é verdade, a política também é profissão, peço desculpa. Pois então, vejamos como este Deus da sacanisse dá a volta às perguntas na assembleia:




A inveja que eu sinto perante um discurso destes. É de facto louvável a maneira como este homem se aproveita da língua portuguesa para se safar ao que tinha dito. Eu e o meu colega de blog, aliás, andamos a tirar um curso de socratês e aspiramos a vir um dia a conseguir falar fluentemente no nosso dia-a-dia como este grande homem (quer isto dizer que o homem fala de uma forma engraçada e nós pomo-nos a imitá-lo enquanto conversamos).

Mas se ainda há dúvidas de que este homem devia ser seguido como exemplo por todos os aprendizes de sacanas (neles incluo estudantes de mecânica, estudantes de direito e, evidentemente, a equipa deste blog, pois claro - o Alberto João Jardim é um dos mestres clássicos mas anda a enferrujar e também não lhe fazia mal uma afinaçãozinha) aqui fica um exemplo de como gozar com a cara de um lacaio:









Reparem bem neste ar de puto traquina.

Não engana ninguém, é mesmo um sacana no seu estado mais puro!










Este homem está mesmo muito à frente do nosso tempo. Eu sempre que o vejo aparecer na televisão as lágrimas escorrem-me pelo rosto da emoção que é poder assistir em primeira-mão aos feitos desta personalidade. E aos grandes discursos também, ora vejamos:




É mesmo caso para dizer que quem fala assim não é gago! (nem inglês certamente) Mas é de louvar o feito de ter conseguido meter a simpática Angela Merkel a rir que nem uma maluca. Não é coisa para qualquer um! É pois então um senhor “reinadio” como diria o meu avô (na verdade o meu avô dá-lhe outros nomes, mas conseguem ser impróprios até mesmo para este blog, por isso fiquemo-nos por esta minha aldrabice). Brincalhão e com uma tendência nata para a sinceridade e quem diz a verdade não merece castigo. Ora então vejamos:




Depois disto só me consegue vir à mente uma grande frase deste homem marcante: “Porreiro, pá!”

sábado, 29 de dezembro de 2007

Conjunto de cartas para a rapariga que vive no prédio em frente ao meu


Carta 1

Penso que precisamos de falar, mas não tenho coragem para te abordar directamente. O que aconteceu a noite passada foi acidental, não era minha intenção ver-te a mudar de roupa através da janela do meu quarto. Calculo que o facto de estar nu, sem contar com as meias, e a segurar o meu pénis, pode ter parecido suspeito mas garanto que foi completamente inocente… estava apenas a tirar mais fotografias do meu membro para deixar na tua caixa de correio… sim, tenho sido eu o teu admirador secreto. A propósito, notei que tinhas um sinal debaixo do teu magnífico seio direito… é de nascença? Se não, é melhor ires ver um médico, com essas coisas nunca se sabe.

Com amor, R



Carta 2

É só para perguntar se recebeste a minha carta anterior… como não me respondeste… Já foste marcar consulta com o teu médico? Beijos.

Com amor, R.



Carta 3

Porque não respondes nada? Agora tens sempre as janelas e a luz da sala fechadas mas eu sei que estás em casa porque vejo-te chegar da escola todos os dias. PORQUE NÃO RESPONDES?

Com amor, R



Carta 4

Cheguei à conclusão que és tímida. Gosto disso numa mulher e não vejo porque deva ser um obstáculo para a nossa relação, tal como a diferença de idades.
Mas tenho estado preocupado contigo… estás doente? No outro dia quando fui ao teu lixo reparei que tinhas deitado fora algumas caixas de remédios para a gripe e também alguns calmantes… espero que esteja tudo bem com a tua saúde.

Com amor, R.



Carta 5

Vi-te a remexer no lixo hoje. Calculo que tenhas descoberto que estão a faltar os pensos higiénicos que deitaste fora. Passo a explicar: meti-os no nosso álbum de recordações, ao lado da madeixa de cabelo que cortei quando estavas a dormir e da pastilha elástica que deitaste fora em frente ao prédio no dia 20 de Maio de 2006. Assim teremos algo para mostrar aos nossos filhos.

Com amor, R.

P.S. – Gostas de “João” se for menino e de “Inês” se for menina?



Carta 6

Notei que mudaste a fechadura da tua porta. Ainda bem que és uma rapariga ajuizada e preocupada com a segurança… com o mundo que está lá fora… mas agradecia que para a próxima vez me avisasses.

Com amor, R.



Carta 7

Deixa-me colocar-te uma questão hipotética: se por acaso algum dia alguém te fizesse uma surpresa, te apanhasse na rua, te amordaçasse e vendasse e depois te prendesse no seu quarto, preferias ser amarrada à cama com corda ou com correntes? Hipoteticamente, claro…

Com amor, R.



Carta 8

Tenho boas notícias, amor. O meu psiquiatra diz que já não há necessidade para continuarmos com sessões, que nos últimos anos, desde aquele incidente desagradável, tenho tido melhorias incríveis. Estou tão orgulhoso!

Com amor, R



Carta 9

Ontem quando te observava no duche pela fechadura da porta da casa de banho (consegui duplicar a chave do teu apartamento, espero que não te importes), pareceu-me que o sinal debaixo do teu seio direito estava maior. Acho que é mesmo melhor ires ver disso ao médico.

Com amor, R.



Carta 10

Não aguento mais… tenho de te contar algo. Há já duas semanas que ando a espiar a tua vizinha do lado. Comecei a gostar mais de a espiar do que a ti, ela é tão mais madura, e acho que é melhor terminarmos. Tivemos algo muito especial, mas ela apareceu assim na minha vida e fiquei indefeso… terás sempre um lugar especial no meu coração, por favor não fiques ressentida comigo. Peço desculpa por te dar esta notícia na véspera do teu 18º aniversário, queria ter-te dado um presente melhor.

Espero que, mesmo assim, não te importes que eu de vez em quando vire os binóculos em direcção à janela do teu quarto…

Adeus,
Com amor, R

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Críticas e Políticas

Neste momento, os poucos leitores deste blogue já devem achar os seus escritores homófobos , machistas , e xenófobos .

Por isso, para balançar, vamos dizer mal das poucas pessoas que ainda nos têm nas suas boas graças: vamos enxovalhar o PNR (Partido Nacional Renovador).

Vamos lá por temas:


Auto-estimazinha upa upa




Em primeiro lugar, é preciso ter um grande par de tomates para basicamente chamar aos outros candidatos de "bombas", dizendo que se algum deles for eleito, Lisboa perde população, aumenta a criminalidade (isso ainda é possível, em Lisboa?), cria falência, destruição do património, etc... É preciso ter um grande par de tomates ou então ter sido criado por esquilos selvagens que consumiam LSD diariamente.

Pensando bem, acho que começarei a fazer isso a quem me irrite minimamente. A senhora idosa atrás de mim na fila para o multibanco pisou-me o calcanhar? "A prolongação da sua existência levará inevitavelmente a que o mundo venha a ser completamente devastado por pragas e fome". Um senhor passou-me à frente na fila? "Qualquer pessoa consegue ver que ao fazer isto está a contribuir para o aumento da criminalidade e toxicodependência no país, e transmite disfunções erécteis a toda a população masculina". Bolas, assim pode-se dizer o que se quiser, se lhe der na real gana pode afirmar que o facto de o Sócrates estar no poder fez com que a pedofilia aumentasse 200% em Portugal que ninguém se rala.

Vamos lá ver, uma coisa é dizer mal da concorrência a torto e a direito, que como sabemos é hábito na política portuguesa, e a tradição é algo muito bonito... agora é completamente absurdo dizer que um só político teria a capacidade de ser tão influente, todos nós sabemos que os políticos não fazem diferença praticamente nenhuma.


Dejá Vú




Está cá a parecer que já ouvimos esta conversa em qualquer lado... ah sim, é verdade:



















Além do mais o homem está parvo ou quê? Então vamos mandar para fora de Portugal os únicos que cá estão que trabalham alguma coisa, que são os que não são portugueses? Não tarda quer-nos tirar as prostitutas brasileiras, que são as únicas jeitosinhas que temos, porque tiram o emprego às que nasceram cá...

Tudo isto é proferido por um indivíduo que tem muita legitimidade para o fazer, pois não podemos esquecer que o presidente deste partido (para os desgraçados ignorantes, o indivíduo que têm visto nos vídeos trata-se do representante do partido, Pinto Coelho) já foi emigrante noutro país. Acreditamos piamente que durante todo esse tempo terá desejado loucamente ser escorraçado de lá a pontapé por aquele governo e não lhe fizeram a vontade. Isso é feio!


O site oficial

Temo-nos deliciado a ver o site destes "grandes" senhores... vejam só os temas da página inicial:




ESPEREM LÁ, VOCÊS VIRAM AQUILO?






Eles meteram uma OVELHA a carregar o seu símbolo? Uma OVELHA? Isto é demasiado irónico para ser verdade... será que este partido não existe e é só gozação com o povo português?


Loby quê?

Muitas vezes aparece Pinto Coelho a falar sobre o suposto Loby Gay existente em Portugal. No site podemos encontrar pérolas como esta:

"Mas que fique bem claro, não nos opomos à promoção da homossexualidade apenas por questões financeiras. Não nos opomos apenas pela situação de ruptura financeira de uma Câmara em profunda crise, mas sim por uma questão de princípio! O PNR é o único partido que rejeita a promoção da «cultura gay» e do «folclore amaricado».Com José Pinto-Coelho à frente da Câmara de Lisboa não haverá nem mais um tostão para o financiamento da mensagem gay! "

Ó Pinto Coelho, sabes quem mais é que apreciava uma pêra como a tua?





Isso mesmo, o George Michael.

Ah, pois é!







Falando de coisas sérias...

Nenhum de nós os 2 que escrevemos neste blog temos alguma afiliação com partido algum... nem sequer temos uma preferência específica por partido algum porque pura e simplesmente não nos conseguimos identificar seriamente com as ideologias de um ou de outro. O Raciocínico gosta de se considerar um "Libertino comedido", e o Metacrítico também considera que se mantém numa região mais de "centro" (o Raciocínico considera-o um "Panhenha" - sim, "panhenha" porque é tão "panhonha" que nem se deve atribuir correctamente o título). Não concordamos com todas as coisas, incluindo política, mas ambos concordamos que embora todos tenham direito à sua opinião e às suas crenças, algumas ideias são demasiado perigosas, principalmente se vierem acompanhadas de ignorância (nós brincamos muito com as coisas, mas como podem ver raramente falamos a sério e não passamos, fundamentalmente, de 2 palhaços gozões que ninguém no seu perfeito juízo dá ouvidos... dizemos coisas provocatórias para chatear e principalmente para ganharmos atenção).

A História do mundo e a História do nosso próprio país têm muito a ensinar-nos; esperemos que as lições não estejam perdidas para a maioria.


Num tom mais leve, como um dos grandes imigrantes em Portugal, Filipe Scolari, poderia dizer: "Vai tomá nu cú, cára!"



Ass: Sr. R, e Sr. M.

¡Café con leche, coño!

This is madness!



Logo a seguir aos caniches, se há algo que me tira do sério são os espanhóis. Não que seja xenófobo, longe disso, mas se pudesse não entrar em contacto com este povo ligeiramente alarve seria feliz. É incrível como meia dúzia de elementos desta nacionalidade conseguem criar o caos em qualquer pobre local em que metam os pezinhos. Bastam três espanhóis a conversar normalmente (atenção ao normalmente, não é bem o mesmo que para as pessoas normais) para criar um ambiente sonoro próximo do que se viveu na segunda guerra mundial. Falam 50 decibéis acima da turbina de avião a jacto mais cheia de cadáveres de pombo do mundo.


No entanto, não é só o ambiente sonoro que sofre uma modificação próxima da destruição. Estes seres tão simpáticos sofrem de falta de vista coitadinhos, pois com caixotes de lixo e cinzeiros mesmo ao seu lado, não vêem e metem no chão tudo o que é beatas de cigarros, lixo e até a comida que lhes cai dos pratos enquanto enfardam tudo a uma velocidade emocionante, capaz de comover qualquer bom adepto de fórmula1. Não é de estranhar por isso que um pequeno estabelecimento comercial, depois de visitado por esta espécie acabe mais ou menos assim:






Outra mania estranha que os espanhóis têm é a de beber o café com tudo e mais alguma coisa, nomeadamente o leite. Porque raio é que quando se vai a Espanha e se pede “um café” lá vem o maldito do leite?! É que ninguém o pediu, só se pediu café… mais nada… então se só se pediu café não metam para lá o leite!!! Ok? Pode ser? Muito obrigado.



O Sonho de qualquer espanhol!



Como se não bastasse isto, os pobres espanhóis sofrem de falhas na aprendizagem da geografia. Eles não têm noção dos limites do seu país, pois quando saem dele continuam a falar na sua língua como se nada fosse e a dirigir-se a quem não é espanhol… em castelhano. Proponho então algo do género: sempre que um espanhol se dirigir a algum de vocês a falar aquele dialecto tão rico e maravilhoso, como se vocês tivessem a obrigação de o compreender, façam uma só coisa. Respondam calmamente no vosso idioma! A cara de pânico do espanhol perante algo que não percebe é lindo de se ver e certamente memorável. Experimentem! Vai ser giro!

Contraposição crítica de um ex-católico

Para tentar consolar o meu caro sócio no meio desta crise existencialista e do seu seguimento, resolvi deixar aqui o meu ponto de vista. Eu fui católico (digo fui, mas na verdade nunca ninguém me perguntou na altura se o queria ser, aliás, nem hipótese de escolha tive! Nem um miserável inquéritozinho nem coisa do género!) durante 15/16 anos e tive uma educação claramente católica, apesar de não ter sido nada rígida. É então com alguma experiência de campo que posso afirmar que não é assim tão cool como isso (desculpem-me os que de mim discordam e acham que a religião cristã é bue cool, mas ter um blog permite-me isso mesmo, dizer o que me dá na real gana! Espero que ninguém se ofenda por eu dizer que, tipo, o cristianismo... não é da cena, man).




E a primeira razão de todas é por haver regras. Não que haver regras seja mau, mas a perspectiva de ter de as cumprir ou ir arder no inferno é um bocado chato… Se ainda as regras fossem sensatas, mas também não: “Não matarás!” Então e os animais como os como?!?! Vivos?!?! É capaz de ser uma tarefa cansativa, principalmente quando a vaca me der uma marrada por lhe morder uma perna por exemplo. E se já depois da meia-noite ficar com alguma fomeca e me apetecer cear? Acorda-se a vizinhança inteira por mordiscar as pernas do frango.


Um verdadeiro guia espiritual





Outro aspecto está relacionado com as atitudes que advêm destas regras. É um bocado triste ver a Dona Alzira, que para além de só poder ter relações com o marido para procriar (ou seja, muito poucas vezes), quando o faça apanhe alguma doença venérea, porque o Sr. Manuel não pode usar o preservativo quando vai às meninas, porque é proibido, o Vaticano não deixa, vai se lá fazer o quê? Mais uma vez é chato… (chato, "chatos", doenças venéreas, tão a perceber?)




Depois, cada vez mais, há mais pecados. Ok, alguns fazem sentido (pelo menos o máximo de sentido possível que um suposto pecado pode ter), mas é complicado querer ler as notícias e não poder fazê-lo, porque é pecado ler jornais. Espero ansiosamente pelo dia em que este Papa e se lembre que respirar também é pecado. É capaz de ser um dia interessante.




Padre da igreja aqui da esquina a dar a missa:



"Meus irmãos, vamos abrir a pági.... um momento... sim? O Papa decretou que respirar é uma ofensa a De... SEUS PREVARICADORES! TOCA DE PARAR DE INSPIRAR!"



Gripe das aves o tanas! O Ratzinger é que é um perigo eminente!




Felizmente, muito pouca gente leva a sério o que sai do Vaticano (tinha de existir uma razão para tanta gente a habitar o planeta). Contento-me por saber que a maior parte dos residentes assíduos das missas de domingo vai lá mas não leva a sério o que o padre diz. O que me faz pensar… Será que as missas se estão a tornar em espectáculos de stand up? Já imagino o homenzinho de branco a proferir durante a homilia: “esta cena de comer o corpo de Cristo e beber o sangue de Cristo... que somos nós, canibais? LOL!” Hmmm Acho que vou voltar a dar lá um pulo de vez em quando, é capaz de ser divertido…








P.S.: Ah! As óstias sabem a PAPEL! Era bom que fossem como o chocolate Galak, mas não... a gula também é pecado, dizem por aí.

Ameaças...


Na última hora tenho recebido uma enchente de mails de fanáticos religiosos a ameaçar a minha integridade física por ter colocado no meu último post uma caricatura perjurativa de uma figura religiosa.


Os mails dizem coisas como "Havemos de te molestar, bandido!" e "Ah, vais ver como elas mordem quando elas te morderem!".


Para estes indivíduos só tenho a dizer "Seus energúmenos fanáticos de Star Wars, eu coloco quantas caricaturas do Yoda eu quiser; o blog é meu e tenho direito à livre expressão! Não tenho medo de vocês!"





Só para verem como anda este mundo.

Esta existência incerta, coiso e tal a dobrar

Esqueceu-se-me! Estava eu aqui a dizer que isto de ser ateu não é assim tão giro e coiso, as óstias etc. (a propósito, porque é que os espanhóis utilizam "óstias" como forma de praguejar?)... é que vamos a ver, isto da religião não passa de um clube, assim como aqueles clubes que há quando um gajo é puto. E eu não pertenço ao clube da religião. Pertenço ao clube do Benfica... Ainda tenho o cartão de sócio da Nesquik, algures... Religião, nem pó. E como não pertenço ao clube não tenho direito às regalias. Estão elas aqui em ordem decrescente por grau de importância:


7 - Nunca me haverão de condecorar como Santo (não que isso fosse uma possibilidade de qualquer das formas mas pronto, ao menos não me sentia excluído logo de partida);

6 - Não conseguirei jamais decifrar o dialecto estranho pertencente ao senhor de branco que dá a missa nas manhãs de Domingo da TVI (ou é RTP2? Já não sei);

5 - Não me enfardo à fartazana com 1ªs comunhões e o caraças;

4 - Nunca hei-de ser padre, que são dos maiores malucos que andam por aí;

3 - Nunca hei-de ser freira, que se divertem tanto ou mais;

2 - Não entro no céu quando morrer e diz quem lá foi que aquilo até é bonito;

1 - Não como óstias.


P.S. - Estive para aqui a brigar-me com o corrector ortográfico que insiste comigo que se escreve "Hóstia" e não "Óstia", mas eu para provar que sou mais teimoso que o computador deixo estar assim.